Onda de calor precoce na França causou 300 óbitos adicionais, elevando preocupações sobre a infraestrutura do país diante das mudanças climáticas.
A França registrou um aumento de 300 mortes acima da média histórica durante uma onda de calor precoce ocorrida em maio. O fenômeno, que durou cinco dias, resultou em um incremento de quase 14% nos óbitos esperados para o período. A situação foi agravada por um recorde recente de 11 dias consecutivos de temperaturas extremas, levantando alertas sobre a vulnerabilidade da infraestrutura nacional frente às mudanças climáticas. Especialistas advertem que, caso as condições climáticas persistam, o número de mortes relacionadas ao calor durante o verão pode chegar a 7 mil. A falta de equipamentos de climatização, como ar-condicionado em escolas e residências, tem sido apontada como a principal deficiência estrutural que coloca a população em risco, exigindo medidas urgentes de adaptação para enfrentar os verões cada vez mais rigorosos no país.
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