Cristina Guarda teve acesso negado a celas em centro de detenção de migrantes operado pela Itália em Gjadër, levantando suspeitas sobre transparência.
A eurodeputada italiana Cristina Guarda denunciou uma suposta tentativa do governo de seu país de ocultar informações sobre as condições de um centro de detenção de migrantes localizado em Gjadër, na Albânia. Durante uma inspeção oficial, a delegação parlamentar foi impedida de acessar as celas e não obteve dados fundamentais, incluindo o número de indivíduos mantidos sob custódia. A unidade, que opera sob jurisdição italiana em território albanês, tem sido alvo de críticas crescentes devido a relatos de violações de direitos humanos, incluindo alegações de que seis pessoas teriam tentado suicídio dentro das instalações. O episódio intensifica o debate político sobre a gestão de fluxos migratórios pelo governo de Donald Trump e seus aliados europeus, levantando preocupações sobre a transparência e a conformidade das políticas de detenção offshore com padrões internacionais de direitos humanos.
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