Ex-executiva da Meta processa empresa para publicar livro sobre assédio
Sarah Wynn-Williams contesta acordo de arbitragem que a impede de divulgar obra com denúncias de assédio e condutas antiéticas na Meta.
Pontos principais
- Sarah Wynn-Williams alega ter sofrido assédio sexual por parte de Joel Kaplan e Sheryl Sandberg durante seu período na empresa.
- A Meta obteve uma ordem arbitral que proíbe a ex-executiva de criticar a companhia ou promover seu livro, 'Careless People'.
- A autora contesta a validade do acordo de desligamento de 2017, alegando coação e proteção por leis da Califórnia.
- O livro acusa a Meta de considerar o compartilhamento de dados de usuários com o Partido Comunista Chinês para acessar o mercado local.
- A Meta nega as acusações, classificando o conteúdo como difamatório e apontando violação de cláusulas de confidencialidade.
A ex-executiva da Meta, Sarah Wynn-Williams, entrou com uma ação em um tribunal federal para anular um acordo de arbitragem que a impede de promover seu livro, 'Careless People'. Na obra, a autora relata episódios de assédio sexual que teria sofrido por parte de figuras de alto escalão da empresa, como Joel Kaplan e Sheryl Sandberg. Além das denúncias de conduta pessoal, o livro levanta questões graves sobre a governança corporativa da Meta, acusando a companhia de ter cogitado compartilhar dados de usuários com o Partido Comunista Chinês em troca de expansão no mercado local. Wynn-Williams contesta a validade do seu acordo de desligamento assinado em 2017, alegando ter sido coagida. Em resposta, a Meta nega todas as alegações, rotula o livro como difamatório e sustenta que a ex-funcionária violou termos contratuais de confidencialidade ao tentar publicar o material.
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