Economista-chefe do Banco da Inglaterra aponta que a saída da União Europeia dificulta o controle da inflação e complica a política monetária.
O economista-chefe do Banco da Inglaterra, Huw Pill, afirmou que o Brexit tem contribuído para elevar a probabilidade de espirais inflacionárias no Reino Unido. Segundo a autoridade monetária, a saída do país da União Europeia gerou desafios estruturais significativos que complicam a condução da política monetária e o controle da inflação. As novas barreiras e as mudanças nas relações comerciais estabelecidas após o processo de saída tornaram o ambiente econômico britânico mais sensível a pressões de preços. Essa análise destaca a complexidade enfrentada pelo Banco da Inglaterra, que precisa lidar com fatores geopolíticos que impactam diretamente a estabilidade econômica e a eficácia das medidas de combate à alta do custo de vida no país.
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