Huw Pill, economista-chefe do Banco da Inglaterra (BOE), manifestou ceticismo em relação a uma abordagem de 'esperar para ver' diante das ameaças inflacionárias. Ele alertou para os riscos de demorar a aumentar os custos de empréstimo, enfatizando que uma resposta passiva pode ter consequências negativas a longo prazo. Pill argumentou que o impacto total das medidas de política monetária na inflação pode não ser imediatamente perceptível, o que exige uma ação proativa.
O economista-chefe do BOE ressaltou que a cautela excessiva na tomada de decisões pode levar a um controle mais difícil da inflação no futuro. Suas declarações indicam uma preocupação com a persistência das pressões inflacionárias e a necessidade de uma postura mais assertiva por parte do banco central para garantir a estabilidade de preços, sugerindo que as taxas de juros podem precisar subir para conter a inflação, apesar da recente queda nos preços da energia.
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