Estudo aponta que gestoras de venture capital priorizam startups com IA e adotam ferramentas como o Claude para análise de novos investimentos.
O setor de venture capital na América Latina passou por uma transformação tecnológica acelerada, com 91% das gestoras integrando inteligência artificial em seus processos de análise de investimentos. Segundo estudo da Hi Ventures, o uso dessas ferramentas, que abrange desde a modelagem financeira até o compliance, dobrou em apenas dois anos. O modelo Claude, da Anthropic, consolidou-se como a preferência entre os investidores, superando concorrentes como o ChatGPT e o Gemini. Essa mudança reflete uma estratégia clara de alocação de capital: mais de 60% dos novos aportes nos últimos 12 meses foram destinados a startups que possuem a IA como pilar central de seus produtos. A tendência é acompanhada pelo ecossistema empreendedor, onde 72% das empresas já testam ou implementam agentes de IA, sinalizando que a tecnologia se tornou um requisito fundamental para a competitividade no mercado regional.
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