Estudo da Hi Ventures aponta que o uso de inteligência artificial se tornou um diferencial competitivo para gestores de capital de risco na região.
O setor de venture capital na América Latina consolidou a inteligência artificial como uma ferramenta estrutural para a tomada de decisões. Segundo um levantamento da Hi Ventures, a taxa de adoção dessas tecnologias pelos fundos saltou de 45% para 91% em um intervalo de dois anos. O Claude, desenvolvido pela Anthropic, destaca-se como a solução mais popular, presente em 94% das empresas analisadas. A aplicação da IA abrange desde a análise de mercado e modelagem financeira até a revisão de contratos complexos. Além da eficiência operacional, a tecnologia molda a tese de investimento dos fundos, com mais de 60% dos aportes recentes sendo direcionados a startups que possuem a inteligência artificial no centro de seus produtos. O cenário indica que a IA deixou de ser um experimento de produtividade para se tornar um pilar estratégico e uma vantagem competitiva indispensável para gestores na região.
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