Cidadãos cubanos vendem bens e enfrentam rotas complexas pela Amazônia para buscar permanência legal e novas oportunidades no território brasileiro.
Um número crescente de cidadãos cubanos tem realizado jornadas migratórias complexas através da região amazônica com o objetivo de estabelecer residência no Brasil. Para custear a travessia, que envolve múltiplos modais de transporte, como rotas aéreas, terrestres e fluviais, muitos migrantes optam por vender seus bens e propriedades em seu país de origem. A cidade de Oiapoque, no Amapá, tornou-se um ponto estratégico e de intenso movimento, funcionando como uma das principais portas de entrada para o território nacional. Esse fluxo reflete a busca contínua por melhores condições de vida e pela regularização da permanência no Brasil. A situação destaca os desafios logísticos e humanitários enfrentados por esses grupos, que se arriscam em trajetos perigosos na esperança de encontrar segurança e oportunidades econômicas longe da crise enfrentada em Cuba.
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