Ataques de injeção de prompt exploram falhas em agentes e pipelines de RAG, tornando-se a vulnerabilidade mais crítica para empresas em 2025.
A injeção de prompt consolidou-se como a vulnerabilidade mais crítica em sistemas de inteligência artificial corporativos, sendo classificada como a ameaça LLM01 no ranking OWASP LLM Top 10 de 2025. O problema permite que atacantes manipulem agentes, pipelines de RAG e roteadores de modelos para extrair dados sensíveis e comprometer fluxos de trabalho automatizados. Relatórios indicam que criminosos cibernéticos estão tratando esses prompts maliciosos como uma nova categoria de malware, capaz de operar sem a necessidade de interação direta do usuário, conforme demonstrado pelo incidente EchoLeak no Microsoft 365 Copilot. A complexidade das arquiteturas modernas, que integram múltiplos modelos e fontes de dados, amplia a superfície de ataque. Para mitigar riscos, especialistas recomendam que empresas adotem uma postura de 'zero trust', tratando LLMs como componentes não confiáveis e implementando camadas rigorosas de validação de conteúdo e controle de permissões.
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