Famílias lideram buscas por conta própria em Caracas, criticando a lentidão das autoridades na identificação das mais de 100 vítimas do terremoto.
O processo de identificação das vítimas do terremoto em Caracas tornou-se um desafio logístico e fonte de crescente tensão social. Com o número de mortes superando 100, o necrotério local enfrenta dificuldades extremas para processar corpos severamente esmagados sob escombros. A transição da fase de resgate para a identificação forense tem sido marcada por frustração, com famílias liderando buscas por conta própria em áreas litorâneas próximas à capital. Os cidadãos relatam revolta com a ineficiência das autoridades, cujo suporte é considerado insuficiente diante da magnitude do desastre. A colaboração entre especialistas e parentes permanece essencial, embora a gravidade dos danos aos corpos e a falta de coordenação oficial tornem o trabalho lento e doloroso para os afetados, que exigem respostas mais ágeis em meio à destruição.
27 jun, 18:15
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