Organizações no Brasil priorizam a capacitação de funcionários para cargos futuros ainda em definição devido ao avanço da inteligência artificial.
Diante da rápida evolução da inteligência artificial, as empresas brasileiras têm priorizado o desenvolvimento de competências voltadas para o futuro. Segundo dados da Aon, o país apresenta um índice de 54% de organizações que capacitaram seus quadros em IA nos últimos 12 meses, um patamar superior à média global. O movimento reflete uma mudança na estratégia de gestão de talentos, que passou a valorizar a adaptabilidade e a capacidade de lidar com mudanças organizacionais em detrimento de habilidades técnicas rígidas que podem se tornar obsoletas rapidamente. Embora o investimento em treinamento seja expressivo, a adoção massiva de tecnologias de IA nas operações diárias ainda segue em um ritmo inferior ao observado em outros mercados globais. O desafio atual das lideranças é preparar o capital humano para funções que ainda não foram criadas, garantindo que a força de trabalho seja resiliente o suficiente para acompanhar as transformações tecnológicas contínuas.
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