Levantamento aponta que as mansões mais valiosas vendidas no Rio de Janeiro pós-pandemia atingiram valores de até R$ 45 milhões.
Um levantamento recente, baseado em dados de ITBI compilados pelo aplicativo RioM², revelou o ranking das residências mais caras comercializadas no Rio de Janeiro no período pós-pandemia. O topo da lista é ocupado por uma mansão no Jardim Botânico, negociada por R$ 45 milhões, seguida por um imóvel no Jardim Pernambuco, no Leblon, avaliado em R$ 35 milhões, e uma casa na Estrada do Joá, vendida por R$ 33,5 milhões. A análise, que reflete o comportamento do mercado de alto luxo na capital fluminense, destaca como a infraestrutura e a qualidade ambiental influenciam os preços. Segundo pesquisadores do Laboratório Integrado de Geografia Física Aplicada (Liga), a presença de áreas verdes e a arborização urbana consolidam a valorização de bairros como Gávea, Ipanema e São Conrado, mantendo essas regiões como as mais disputadas pelo setor imobiliário de elite.
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