Com menos de 20% das casas climatizadas, startups europeias desenvolvem tecnologias para mitigar o aumento da mortalidade por calor no continente.
A Europa enfrenta uma crise climática sem precedentes, evidenciada pelo aumento de 24% nas mortes relacionadas ao calor em 2024, totalizando cerca de 63 mil óbitos. O cenário é agravado pela infraestrutura habitacional do continente, que não foi projetada para suportar temperaturas extremas e possui menos de 20% das residências equipadas com sistemas de ar-condicionado. Diante da vulnerabilidade da população, cinco startups europeias estão desenvolvendo soluções tecnológicas focadas em refrigeração e adaptação climática. Essas inovações buscam preencher a lacuna de infraestrutura e reduzir os riscos à saúde pública em um continente que, historicamente, não dependia de tecnologias de resfriamento em larga escala. A iniciativa reflete a urgência de modernizar as construções europeias para enfrentar um clima que se torna cada vez mais hostil.
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