A commodity é pressionada pela normalização da oferta no Oriente Médio, pela valorização do dólar e pelo pessimismo nos mercados asiáticos.
O mercado de alumínio enfrenta um período de desvalorização, registrando sua quarta semana consecutiva de quedas, o que representa a sequência negativa mais longa desde abril de 2025. O movimento é impulsionado principalmente pela normalização da oferta no Oriente Médio, que aliviou preocupações anteriores sobre a escassez do metal. Paralelamente, a valorização do dólar americano tem atuado como um fator de pressão, tornando a commodity mais cara para detentores de outras moedas e, consequentemente, desestimulando a demanda global. O cenário é agravado pelo sentimento de aversão ao risco observado nos mercados de ações de tecnologia na Ásia, que reflete a volatilidade macroeconômica atual. A combinação desses fatores mantém os preços dos metais industriais sob forte pressão, evidenciando a sensibilidade do setor às mudanças nas cadeias de suprimentos e às flutuações cambiais globais.
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