Petrobras mantém metas de produção e avalia entrada em terras raras
CFO da estatal reforçou confiança operacional em reunião com analistas, mantendo foco em metas para 2026 e planos de investimentos estratégicos.
Pontos principais
- A Petrobras reafirmou a meta de produção para 2026, impulsionada pela entrada em operação de novos FPSOs.
- O Goldman Sachs projeta um CAPEX de US$ 18 bilhões para a companhia em 2026.
- A entrada no mercado de terras raras segue em fase inicial e dependeria de alterações estatutárias.
- A estatal descartou a redução de sua participação na Braskem no momento.
- Pagamentos de dividendos extraordinários em 2026 dependem do novo plano de negócios da empresa.
Em reunião com analistas do Goldman Sachs, a diretoria da Petrobras reiterou seu compromisso com as metas operacionais estabelecidas para 2026, sustentadas pela implementação de novos FPSOs. O banco, que mantém recomendação de compra para as ações da petroleira, estima um CAPEX de US$ 18 bilhões para o próximo ano, situando-se no limite superior do guidance da companhia. Entre os temas estratégicos abordados, a empresa esclareceu que o interesse pelo setor de terras raras encontra-se em estágio preliminar, exigindo mudanças estatutárias caso avance. Além disso, a estatal reforçou que não pretende reduzir sua fatia na Braskem e que a política de dividendos extraordinários permanece atrelada às definições do próximo plano de negócios, mantendo o mercado atento à disciplina de capital da petroleira diante de seus desafios de longo prazo.
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