Ministros do Reino Unido evitam uso de chatbots em funções oficiais
O ministro de IA e a secretária de Tecnologia britânicos restringem o uso de chatbots como o ChatGPT em atividades ministeriais oficiais.
Pontos principais
- Kanishka Narayan e Liz Kendall utilizam ferramentas de IA apenas para fins pessoais e pesquisas privadas.
- O ministro de IA desencorajou parlamentares a redigirem discursos oficiais com o auxílio do ChatGPT.
- O governo britânico mantém o uso de sistemas de IA, como o 'Consult', para análise de dados públicos.
- A administração reforça que decisões finais permanecem sob responsabilidade humana, apesar da modernização do serviço público.
O ministro de IA do Reino Unido, Kanishka Narayan, e a secretária de Tecnologia, Liz Kendall, adotaram uma postura cautelosa em relação ao uso de chatbots de inteligência artificial no exercício de suas funções. Embora o governo britânico promova a integração de tecnologias avançadas para modernizar o serviço público, os ministros desencorajaram parlamentares a utilizar ferramentas como o ChatGPT para a redação de discursos oficiais. Ambos admitem recorrer à tecnologia apenas para pesquisas privadas e atividades de cunho pessoal.
Apesar das restrições, o governo continua implementando soluções de IA, como o sistema 'Consult', voltado para a otimização da análise de dados públicos. A administração enfatiza que o objetivo dessas ferramentas é oferecer suporte técnico aos servidores, garantindo que a responsabilidade final pelas decisões estratégicas e políticas permaneça estritamente sob o controle ministerial.
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