O mercado publicitário brasileiro prioriza plataformas digitais e streaming em detrimento da TV linear, impulsionado pela Copa do Mundo de 2026.
A proximidade da Copa do Mundo de 2026 tem catalisado uma mudança estrutural no mercado publicitário brasileiro, com marcas migrando investimentos da televisão linear para plataformas digitais e serviços de streaming. A transição é sustentada pela capacidade superior de mensuração de resultados e pelo engajamento em tempo real oferecido pelos meios digitais, diferenciais que atraem grandes anunciantes como o iFood. Dados do setor indicam que, enquanto a participação da TV linear na receita publicitária deve cair para 20% até 2030, o mercado digital brasileiro projeta um crescimento robusto, alcançando US$ 16,3 bilhões no mesmo período. Esse movimento reflete a mudança nos hábitos de consumo dos brasileiros, que têm dedicado cada vez mais tempo ao vídeo online, forçando as empresas a adaptarem suas estratégias para garantir maior precisão e alcance em um cenário de mídia cada vez mais fragmentado.
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