Trabalhadoras processam mineradora Fortescue por assédio sexual
Funcionárias da mineradora Fortescue moveram uma ação coletiva denunciando casos de assédio sexual, violência e retaliação em unidades remotas.
Pontos principais
- A ação coletiva foi protocolada no Tribunal Federal em Victoria na última quinta-feira.
- As denúncias abrangem relatos de assédio sexual, violência física e retaliação sistemática.
- Queixosas relataram invasão de privacidade nos alojamentos e tentativas de abuso em áreas isoladas.
- O processo busca responsabilizar a empresa pelas falhas na segurança e proteção de suas funcionárias.
A mineradora Fortescue enfrenta uma ação coletiva no Tribunal Federal em Victoria, movida por trabalhadoras que denunciam um ambiente de trabalho hostil em suas unidades remotas. O processo detalha uma série de violações graves, incluindo episódios de assédio sexual, violência física e retaliação sistemática contra quem tentou reportar os abusos. Entre os relatos apresentados, constam casos de invasão de privacidade nos alojamentos de rotatividade e tentativas de agressão em áreas isoladas dos canteiros de obras. A ação judicial visa responsabilizar a companhia pelas condições de segurança oferecidas aos seus colaboradores em locais de difícil acesso. O caso coloca em evidência os desafios enfrentados por mulheres no setor de mineração e pressiona a empresa a revisar seus protocolos de proteção e conduta interna em operações remotas.
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