Preço do óleo de palma registra maior queda mensal em um mês
Commodity recua pressionada pela desvalorização do petróleo, do óleo de soja e pelo fortalecimento do ringgit malaio no mercado internacional.
Pontos principais
- Contratos futuros de óleo de palma tiveram a maior baixa em mais de 30 dias.
- A queda dos preços do petróleo bruto eliminou prêmios de risco geopolítico.
- O recuo do óleo de soja no mercado global pressionou as cotações do óleo de palma.
- A valorização do ringgit, moeda da Malásia, reduziu a atratividade da commodity para compradores estrangeiros.
Os contratos futuros de óleo de palma registraram sua maior queda mensal em mais de um mês, refletindo uma mudança no cenário macroeconômico global. O movimento de baixa foi impulsionado principalmente pela desvalorização do petróleo bruto, que eliminou os prêmios de risco geopolítico que sustentavam os preços da commodity nas últimas semanas. Além disso, o recuo nos preços do óleo de soja e o fortalecimento do ringgit malaio contribuíram para a pressão vendedora. A valorização da moeda da Malásia, um dos maiores produtores mundiais, torna o produto mais caro para compradores que utilizam outras divisas, reduzindo a demanda internacional. O mercado agora ajusta suas expectativas diante da perda de fôlego dos preços das commodities energéticas e agrícolas, que vinham sendo impulsionadas por incertezas globais recentes.
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