O serviço de saúde britânico reconheceu que não há evidências de que o contrato de £330 milhões com a Palantir tenha melhorado o desempenho do sistema.
O NHS England, serviço público de saúde da Inglaterra, admitiu oficialmente que não possui evidências conclusivas de que o contrato de £330 milhões firmado com a empresa de tecnologia Palantir tenha gerado melhorias diretas no desempenho do sistema. A declaração surge em meio a crescentes questionamentos sobre o retorno real do investimento em eficiência operacional. Segundo a instituição, os dados disponíveis até o momento não permitem isolar o impacto da tecnologia da Palantir nos resultados práticos do atendimento médico.
A revelação coloca sob escrutínio a transparência e a gestão de recursos públicos em projetos de digitalização no setor de saúde britânico. A falta de provas concretas sobre a eficácia da plataforma levanta debates sobre a eficácia das parcerias entre o governo e empresas privadas de tecnologia, exigindo maior clareza sobre como tais investimentos impactam, de fato, a qualidade do serviço prestado à população.
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