Recurso deixa de ser modelo independente e integra o Flash principal, com agentes que veem, raciocinam e agem em navegador, mobile e desktop.
Ao embutir o uso de computador no modelo Flash principal, o Google posiciona o Gemini 3.5 Flash como base para agentes corporativos capazes de operar interfaces como um humano faria. A capacidade vem com políticas de segurança configuráveis e detecção opcional de injeção de prompt por varredura de screenshots.
O campo 'intent' adicionado a cada ação expõe o raciocínio do modelo passo a passo, um ponto relevante para auditoria e confiança em automações de trabalho do conhecimento.
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