O pato Merlín, símbolo da torcida mexicana, foi impedido pela Fifa de acompanhar a partida contra a Chéquia devido às normas de segurança.
O pato Merlín, que se tornou um fenômeno cultural e mascote não oficial da seleção mexicana durante a Copa do Mundo realizada no país, foi proibido pela Fifa de acessar o estádio para o jogo contra a Chéquia. Apesar da mobilização popular dos torcedores, que iniciaram uma campanha para que o animal de dois anos pudesse acompanhar a partida ao lado de seus tutores, a entidade máxima do futebol manteve a decisão baseada em seus protocolos de segurança, que restringem estritamente a entrada de animais nas arenas esportivas. O caso ganhou destaque pela popularidade do pato, que passou a ser visto como um amuleto da sorte pelos fãs locais. Com a negativa oficial, Merlín acompanhará o desempenho da equipe mexicana fora das dependências do estádio, mantendo-se como uma figura folclórica desta edição do torneio.
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