Pesquisa contesta a eficácia dos chips Majorana da Microsoft, sugerindo que a empresa não comprovou a criação da partícula fundamental.
Um estudo revisado por pares, publicado na revista Nature, lançou dúvidas sobre os avanços da Microsoft no campo da computação quântica. O físico Henry Legg contesta a eficácia dos chips Majorana 1 e 2, desenvolvidos pela companhia, sugerindo que os dados apresentados não comprovam a criação da partícula de Majorana, podendo tratar-se apenas de pontos quânticos. A controvérsia também envolve a transparência da empresa, com críticas sobre a dificuldade de acesso a dados para auditoria externa. Em resposta, a Microsoft refutou as alegações, reafirmando a solidez de seu projeto de duas décadas. A gigante tecnológica justificou a restrição de informações como uma medida necessária para proteger segredos comerciais, embora tenha garantido que os dados foram compartilhados com a DARPA para validação.
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