A China inaugurou um laboratório de computação óptica em Xangai para desenvolver chips fotônicos e reduzir a dependência de semicondutores ocidentais.
A China inaugurou um laboratório de computação óptica de alto nível em Xangai, marcando um passo estratégico no desenvolvimento de chips fotônicos. A iniciativa, que já conta com produção limitada de componentes projetados localmente, busca utilizar fótons em vez de elétrons para o processamento de dados. Esta tecnologia é vista como uma alternativa crucial para contornar as severas restrições impostas pelos Estados Unidos ao setor de semicondutores chinês. Ao investir na fotônica de próxima geração, Pequim tenta reduzir sua dependência histórica dos chips de silício tradicionais, que são o principal alvo das sanções internacionais. O avanço na computação óptica é uma prioridade nacional há uma década e representa uma tentativa de manter a competitividade chinesa no campo da inteligência artificial, apesar dos obstáculos geopolíticos impostos pelo governo Trump e seus aliados.
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