Presidente da Fifa nega fins comerciais em pausas para hidratação e afirma que medida visa exclusivamente a saúde dos atletas durante o torneio.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu a implementação de intervalos para hidratação durante a Copa do Mundo, rebatendo alegações de que a medida teria fins comerciais. Segundo o dirigente, a interrupção, que ocorre aos 22 e 67 minutos de jogo, é uma necessidade técnica para proteger a saúde dos atletas diante das altas temperaturas registradas na América do Norte, garantindo condições de descanso equitativas para todas as seleções. Apesar da justificativa oficial, a regra enfrenta resistência de figuras influentes do esporte, como os técnicos Thomas Tuchel e Marcelo Bielsa, que argumentam que as pausas prejudicam o ritmo e alteram a identidade tática do futebol. Paralelamente, críticos do modelo apontam que as interrupções acabam por beneficiar emissoras de televisão ao criar novas janelas para a inserção de publicidade durante as partidas.
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