Pesquisadores usaram o modelo Claude Mythos para identificar vulnerabilidade no Squid Proxy que expunha dados sensíveis desde 1997.
Uma vulnerabilidade crítica de segurança, ativa há quase três décadas no software Squid Proxy, foi identificada e corrigida após o uso do modelo de inteligência artificial Claude Mythos. A falha, catalogada como CVE-2026-47729 e apelidada de Squidbleed, permitia que invasores lessem partes da memória do servidor ao processar listagens de diretórios FTP, possibilitando o vazamento de dados sensíveis, como credenciais de acesso e tokens de sessão. O problema, originado por um comportamento específico da função strchr na linguagem C, não afeta conexões HTTPS, que operam como túneis opacos. A descoberta reforça o papel da IA na análise de códigos legados. Usuários do software devem atualizar para as versões 8 ou 7.6 imediatamente ou, como medida preventiva, desativar o suporte ao protocolo FTP para mitigar riscos de exploração.
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