Grupo de ex-autoridades exige que o governo combata o terrorismo judaico e a ideologia de limpeza étnica na Cisjordânia ocupada.
Um grupo de influentes ex-líderes e chefes de segurança de Israel enviou uma carta de advertência ao governo exigindo ações concretas contra a violência praticada por colonos na Cisjordânia. Os signatários, que incluem ex-primeiros-ministros e magistrados, classificam a situação como uma ameaça interna grave, denunciando o que descrevem como uma ideologia de limpeza étnica em territórios ocupados. A carta serve como um ultimato, com o grupo ameaçando recorrer ao sistema judiciário caso o Estado não interrompa o que classificam como apoio ao terrorismo judaico. Este movimento evidencia uma crescente polarização interna em Israel sobre as políticas de segurança e a gestão da ocupação, colocando em xeque a postura do governo atual diante de grupos extremistas e a estabilidade das instituições democráticas do país.
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