Marcas da China superam investimento americano em patrocínios da Fifa e fornecem tecnologia de ponta para a arbitragem e análise de desempenho.
A presença chinesa na Copa do Mundo consolidou-se como um pilar estratégico da expansão global do país, com empresas locais substituindo marcas ocidentais no patrocínio oficial da Fifa. O movimento reflete o plano industrial 'Made in China 2025', que busca reposicionar a imagem da nação de um centro de produção de baixo custo para um exportador de tecnologia avançada. Além do aporte financeiro em publicidade, que superou o de empresas americanas, a participação chinesa é técnica: a Lenovo, por exemplo, fornece soluções de inteligência artificial e simulações 3D essenciais para a arbitragem e a análise de desempenho das seleções. Ao utilizar atletas de renome mundial em suas campanhas, essas companhias buscam reduzir a distância psicológica com o consumidor internacional, fortalecendo a influência chinesa em eventos globais de grande escala.
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