O banco citou juros elevados e pressão na qualidade dos ativos para cortar projeções de diversas instituições financeiras no Brasil.
O Citi adotou uma postura mais cautelosa em relação ao setor bancário brasileiro, reduzindo o preço-alvo de diversas instituições financeiras. A decisão reflete a deterioração do cenário macroeconômico, marcada pelo aumento do custo de capital e pela pressão persistente na qualidade dos ativos. Segundo os analistas, o ambiente de juros elevados por mais tempo tende a limitar o crescimento do crédito no país, impactando diretamente as projeções de lucro para o setor. Enquanto o Itaú Unibanco e o BTG Pactual permanecem como as principais escolhas da instituição, o Banco do Brasil e o Santander Brasil figuram entre os menos preferidos. O relatório destaca que o aumento da inadimplência entre pessoas físicas e o maior comprometimento de renda dos consumidores são os principais fatores de risco que justificam a revisão das estimativas para o mercado financeiro nacional.
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