Sistema estelar T Coronae Borealis pode explodir e ficar visível
A rara explosão da estrela T Coronae Borealis deve tornar o sistema visível a olho nu na constelação de Corona Borealis nos próximos dias.
Pontos principais
- O sistema binário T Coronae Borealis é composto por uma anã branca e uma gigante vermelha.
- A última erupção deste sistema ocorreu em 1946, com um ciclo de recorrência de aproximadamente 80 anos.
- Durante o evento, o brilho da estrela pode se tornar comparável ao da estrela Polaris.
- O fenômeno é considerado raro, sendo uma das cinco novas recorrentes conhecidas em toda a Via Láctea.
- A visibilidade a olho nu deve durar cerca de uma semana após a erupção.
Astrônomos monitoram o sistema estelar T Coronae Borealis, que pode entrar em erupção a qualquer momento, criando o fenômeno conhecido como uma 'nova'. Localizado na constelação de Corona Borealis, o sistema é formado por uma anã branca e uma gigante vermelha que interagem em um ciclo de explosões periódicas, com a última ocorrência registrada em 1946. A expectativa é que o brilho da estrela aumente drasticamente, tornando-a visível a olho nu por cerca de uma semana, atingindo uma intensidade comparável à da estrela Polaris. Por se tratar de uma das apenas cinco novas recorrentes identificadas na Via Láctea, o evento é uma oportunidade rara para a observação astronômica. Especialistas recomendam o uso de binóculos ou telescópios para localizar o sistema antes do início da erupção, que marca um dos eventos mais aguardados do calendário astronômico atual.
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