Mortes ligadas à poluição do ar caem 40% em Londres
Estudo do Imperial College aponta redução significativa de óbitos em Londres entre 2019 e 2024, atribuída à política de zona de baixa emissão.
Pontos principais
- Pesquisa do Imperial College estima queda de 40% nas mortes associadas à poluição do ar na capital britânica desde 2019.
- O prefeito Sadiq Khan credita a melhoria à implementação da zona de ultra-baixa emissão (ULEZ).
- O estudo alerta que, apesar da redução, os impactos da poluição na saúde pública permanecem mais graves do que o estimado anteriormente.
- A análise utilizou dados coletados ao longo dos últimos cinco anos para avaliar o impacto das políticas ambientais locais.
Um estudo conduzido pelo Imperial College revelou uma queda de 40% nas mortes relacionadas à poluição do ar em Londres no período entre 2019 e 2024. A administração municipal, liderada pelo prefeito Sadiq Khan, aponta a implementação da zona de ultra-baixa emissão (ULEZ) como o principal fator para essa melhoria na qualidade do ar da capital britânica. A medida, que restringe a circulação de veículos mais poluentes, é vista pelo governo local como uma evidência do sucesso de suas políticas ambientais recentes.
Apesar do declínio nos índices de mortalidade, os pesquisadores ressaltam que os efeitos da poluição na saúde geral da população ainda são mais severos do que se supunha anteriormente. O levantamento, que analisou dados coletados nos últimos cinco anos, reforça o debate sobre a eficácia de zonas de restrição veicular em grandes centros urbanos e a necessidade de monitoramento contínuo dos riscos à saúde pública.
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