Um estudo recente, realizado em parceria com os jornais El País e Le Monde, alerta para as consequências humanitárias de cortes drásticos nos orçamentos de ajuda externa de três das maiores economias europeias. O Reino Unido, a Alemanha e a França planejam reduções significativas em seus investimentos de assistência oficial ao desenvolvimento até 2026, com cortes que variam entre 30% e 45%. Segundo os pesquisadores, essa retração financeira pode resultar em mais de 11,5 milhões de mortes evitáveis até o final da década. A análise destaca que, ao reduzir o financiamento, esses países se afastam de seu papel histórico como pilares fundamentais da saúde e do desenvolvimento global, deixando populações vulneráveis sem suporte essencial em áreas críticas. A mudança de postura europeia levanta preocupações sobre a estabilidade de programas de assistência a longo prazo em nações em desenvolvimento.
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