Gigantes farmacêuticas contestam estratégias alemãs de precificação e apoiam resistência dos EUA contra o controle de preços de fármacos.
As farmacêuticas Eli Lilly e Bayer intensificaram as críticas às políticas de gastos e precificação de medicamentos adotadas pela Alemanha. As companhias argumentam que as medidas regulatórias impostas pelo governo alemão podem prejudicar a viabilidade econômica de novas terapias e desencorajar o lançamento de inovações no mercado europeu. O posicionamento das empresas alinha-se aos esforços de resistência observados nos Estados Unidos contra legislações que visam limitar os preços de fármacos no setor privado e público. Esse cenário reflete um impasse global crescente entre governos, que buscam conter o aumento dos custos de saúde, e a indústria farmacêutica, que sustenta que a manutenção de margens elevadas é essencial para financiar a pesquisa e o desenvolvimento de novos tratamentos. A disputa coloca em xeque o equilíbrio entre o acesso universal a medicamentos e a sustentabilidade financeira do setor de inovação.
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