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Morre Ramiro Valdés, figura central da Revolução Cubana, aos 94 anos

O falecimento de Ramiro Valdés, aliado histórico de Fidel Castro e ex-vice-presidente de Cuba, foi confirmado pelo governo e pelo presidente Miguel Díaz-Canel.

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Foto: G1 Mundo
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21/06 às 17:01 · atualizado 22/06 às 04:02

Pontos principais

  • Ramiro Valdés Menéndez faleceu aos 94 anos, conforme comunicado oficial do Partido Comunista de Cuba.
  • O governo cubano não divulgou a causa da morte nem informações sobre os ritos funerários.
  • Valdés foi um dos últimos sobreviventes da geração histórica da Revolução Cubana de 1959.
  • Participou de eventos cruciais como o ataque ao quartel de Moncada em 1953 e a expedição do iate Granma.
  • Ocupou cargos de alto escalão, incluindo vice-presidente do Conselho de Estado, ministro do Interior e vice-primeiro-ministro.
  • Foi um aliado próximo de Fidel Castro, desempenhando papéis fundamentais na segurança interna e na gestão da infraestrutura energética do país.
  • Detinha os títulos honorários de 'Herói da República' e 'Comandante da Revolução'.

Ramiro Valdés Menéndez, um dos nomes mais influentes da história política de Cuba, faleceu aos 94 anos. A confirmação do óbito foi feita pelo presidente Miguel Díaz-Canel e pelo Partido Comunista de Cuba, embora o governo tenha optado por não divulgar a causa da morte ou detalhes sobre o funeral. Valdés foi um colaborador fundamental de Fidel e Raúl Castro desde a ascensão dos rebeldes ao poder, sendo um dos últimos sobreviventes da geração histórica da Revolução de 1959. Sua trajetória incluiu participações em eventos cruciais, como o ataque ao quartel de Moncada, em 1953, e a expedição do iate Granma.

Ao longo de décadas, consolidou-se como uma figura central na estrutura do Estado, ocupando cargos de alta relevância, como vice-presidente do Conselho de Estado, ministro do Interior e vice-primeiro-ministro. Reconhecido como um dos pilares da Revolução, Valdés detinha os títulos honorários de 'Herói da República' e 'Comandante da Revolução'. Até o fim de sua vida, manteve-se leal ao sistema de partido único, dedicando-se recentemente à gestão de infraestrutura energética do país. O presidente Díaz-Canel prestou homenagens públicas, ressaltando a trajetória de Menéndez como um pilar histórico da liderança revolucionária na ilha.

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