O Benin investe em infraestrutura e processamento local para encerrar a exportação de algodão bruto e fortalecer a economia nacional.
O Benin iniciou uma transformação estratégica em sua indústria de algodão, buscando migrar da exportação de matéria-prima bruta para o processamento interno de alto valor agregado. Como maior produtor do continente, o país enfrentava gargalos logísticos severos, com infraestrutura rodoviária insuficiente para conectar as regiões produtoras ao norte aos portos do sul. Para reverter esse cenário, o governo aposta na Zona Industrial de Glo-Djigbé (GDIZ), um polo focado em industrialização que conta com suporte técnico e financeiro da China. Essa colaboração é fundamental para viabilizar as obras de infraestrutura necessárias e modernizar a cadeia produtiva local. A iniciativa é vista como um passo essencial para a soberania econômica do país, permitindo que o Benin retenha maior parte dos lucros da cadeia têxtil e reduza sua dependência do mercado externo de commodities.
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