Pesquisadores utilizam mapeamento por eco para identificar aglomerados de matéria escura ao redor de buracos negros supermassivos.
Uma nova técnica de observação astronômica, denominada mapeamento por eco, revelou evidências de que buracos negros supermassivos podem estar envoltos por densos aglomerados de matéria escura. Ao analisar os sinais emitidos pelo disco de acreção desses objetos, pesquisadores conseguiram identificar influências gravitacionais que sugerem a presença dessa substância invisível, que compõe grande parte da massa do universo. O estudo utilizou o buraco negro localizado no centro da Via Láctea como um dos principais pontos de observação para validar o método. Essa descoberta é considerada um avanço significativo para a astrofísica, pois oferece uma nova forma de investigar a natureza da matéria escura e entender como ela influencia a estrutura e a distribuição de massa dentro das galáxias, temas que permanecem entre os maiores desafios da ciência contemporânea.
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