Justiça proíbe Gustavo Petro de fazer propaganda eleitoral na Colômbia
Tribunal de Medellín veda uso de canais oficiais pelo presidente colombiano para promover agenda política antes do segundo turno das eleições.
Pontos principais
- A decisão judicial impede o uso de meios de comunicação estatais para propaganda política.
- A medida foi imposta por um tribunal de Medellín às vésperas do segundo turno presidencial.
- O pleito que definirá o sucessor de Petro está agendado para o próximo domingo, 21 de junho de 2026.
- O objetivo da proibição é assegurar a neutralidade institucional durante a reta final do processo eleitoral.
Um tribunal de Medellín determinou que o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, está proibido de utilizar os canais oficiais de comunicação do governo para realizar propaganda eleitoral. A decisão ocorre em um momento crítico, a poucos dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o próximo domingo, 21 de junho de 2026. A medida judicial busca garantir a neutralidade institucional e evitar o uso da máquina pública para favorecer agendas políticas específicas durante o período de votação. Com essa restrição, o Judiciário colombiano reforça a necessidade de imparcialidade dos órgãos estatais na disputa que definirá o sucessor de Petro. A determinação impacta diretamente a estratégia de comunicação do governo na fase final da campanha, visando assegurar a integridade e o equilíbrio do processo democrático no país.
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