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G7 estabelece metas para reduzir dependência de terras raras da China

Líderes do G7 definiram limites para importação de terras raras e ímãs permanentes até 2030, visando maior segurança no fornecimento global.

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Foto: SCMP - China
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19/06 às 06:33

Pontos principais

  • O G7 determinou que nenhum país deve fornecer mais de 60% das terras raras e ímãs permanentes ao bloco até 2030.
  • A meta de longo prazo do grupo é reduzir a dependência de um único fornecedor para 50% o mais rápido possível.
  • A estratégia visa fortalecer a segurança de suprimentos críticos diante da predominância chinesa no setor.
  • Líderes europeus buscam consenso sobre como conter o impacto das importações chinesas de baixo custo no mercado interno.

Durante cúpula realizada em Evian, na França, os líderes do G7 formalizaram um plano estratégico para mitigar a dependência de insumos críticos provenientes da China. A medida estabelece que, até 2030, nenhum país poderá ser responsável por mais de 60% do fornecimento de terras raras e ímãs permanentes para as nações do bloco, com o objetivo de reduzir esse patamar para 50% em um futuro próximo. A iniciativa reflete uma preocupação crescente com a segurança da cadeia de suprimentos global, essencial para setores de tecnologia e energia renovável. Embora o acordo represente um passo importante na diversificação de fontes, o grupo ainda enfrenta desafios internos para alinhar políticas comerciais que protejam a indústria local contra a concorrência de produtos chineses de baixo custo.

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