CEO da IGC US aponta que gestores de ambos os países enfrentam obstáculos similares na manutenção de legados e sucessão de empresas de médio porte.
Empresários brasileiros e americanos enfrentam desafios estruturais semelhantes no que diz respeito à sucessão de empresas e à preservação de legados corporativos. Segundo Rafael Bolonha, CEO da IGC US, o cenário é particularmente crítico nos Estados Unidos, onde a geração Baby Boomer gera um gargalo sucessório que exige estratégias de venda focadas na continuidade da história das companhias. Embora o mercado de M&A americano seja reconhecido por sua agilidade e menor burocracia em comparação ao brasileiro, ele impõe exigências rigorosas quanto à engenharia tributária pós-venda. A atuação de assessorias financeiras tem se tornado fundamental para conectar empresas do médio mercado a compradores estratégicos internacionais, garantindo que a transição de gestão não comprometa a cultura e a longevidade do negócio, independentemente das diferenças regulatórias entre as duas nações.
13 jun, 08:02
13 jun, 06:32
11 jun, 16:34
21 mai, 06:34
5 mar, 15:00
Carregando comentários...