Bill Pulte, novo chefe interino de inteligência, iniciou gestão com demissões no Centro Nacional de Contraterrorismo sob orientação de Donald Trump.
Em seu primeiro dia como diretor interino de inteligência dos EUA, Bill Pulte iniciou uma reestruturação profunda no Centro Nacional de Contraterrorismo. Sob a diretriz do presidente Donald Trump de enxugar o aparato de inteligência do país, Pulte solicitou a demissão de aproximadamente 300 funcionários, focando especialmente em nomes associados à gestão anterior de Tulsi Gabbard. A decisão é justificada pelo governo como uma resposta a vazamentos de informações sensíveis.
A nomeação de Pulte tem gerado tensões políticas, com parlamentares como o deputado Jim Himes questionando sua qualificação técnica para o cargo. A manobra de Trump, que impediu a confirmação de Jay Clayton como diretor permanente, visa garantir que Pulte tenha autonomia para implementar as mudanças. O movimento já impactou o Congresso, paralisando a renovação da Seção 702 da Lei de Vigilância de Inteligência Estrangeira, essencial para as operações de monitoramento do governo.
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