Ativistas pressionam Fifa pelo fim de patrocínio da Aramco
Ativistas e ex-atletas pedem que a Fifa encerre parceria com a petroleira Aramco, citando preocupações climáticas durante a Copa do Mundo.
Pontos principais
- Campanha exige o fim do patrocínio da Aramco à Fifa para a Copa do Mundo na América do Norte.
- Críticos apontam a contradição entre o apoio da indústria de combustíveis fósseis e o impacto ambiental do evento.
- A Fifa defende o contrato, afirmando que os recursos são reinvestidos no desenvolvimento do futebol global.
- O protesto ganha força em meio ao registro de temperaturas elevadas durante as partidas.
Um grupo de ativistas climáticos e ex-atletas iniciou uma campanha para pressionar a Fifa a romper seu contrato de patrocínio com a gigante petrolífera saudita Aramco. A mobilização questiona a associação da entidade máxima do futebol com a indústria de combustíveis fósseis, especialmente durante a realização da Copa do Mundo na América do Norte, onde o calor extremo tem sido uma preocupação constante. O ex-jogador David Wheeler, um dos porta-vozes do movimento, destacou que o esporte possui uma influência significativa e deveria promover mudanças positivas em vez de legitimar empresas de alto impacto ambiental. Em resposta, a Fifa manteve sua posição, argumentando que as receitas obtidas com o patrocínio são fundamentais para o financiamento e o desenvolvimento do futebol em todos os níveis ao redor do mundo.
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