Papéis de Petrobras, PRIO e outras empresas do setor caíram até 9% na semana pressionados pelo cessar-fogo no Líbano e novas projeções do mercado.
As ações das principais petroleiras brasileiras, incluindo Petrobras, PRIO, Brava e PetroRecôncavo, encerraram a semana com desvalorizações expressivas, variando entre 5% e 9%. O movimento foi impulsionado pela queda nos preços internacionais do petróleo Brent, que reagiu ao cessar-fogo estabelecido entre Israel e o grupo Hezbollah no Líbano, reduzindo o prêmio de risco geopolítico na região. O cenário foi agravado por uma revisão para baixo nas projeções de preço do barril feita pelo Goldman Sachs. Apesar da volatilidade recente, analistas de instituições como XP e JPMorgan reiteraram suas recomendações de compra para o setor. A tese de investimento permanece ancorada nos fundamentos sólidos e na capacidade de geração de caixa das companhias, levando o mercado a avaliar se a correção atual dos preços representa uma oportunidade de entrada para investidores de longo prazo.
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