Mudança tática altera função dos laterais na Seleção Brasileira
Sob o comando de Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira prioriza solidez defensiva em detrimento do apoio ofensivo tradicional dos laterais.
Pontos principais
- A função dos laterais na Seleção Brasileira passou por uma transição focada na marcação em vez do ataque constante.
- Carlo Ancelotti tem priorizado jogadores com versatilidade defensiva, frequentemente utilizando atletas com histórico como zagueiros.
- O capitão Danilo defende que as exigências do futebol moderno diferem das características de ídolos históricos como Cafu e Roberto Carlos.
- Douglas Santos é atualmente o único lateral de origem entre as opções consideradas para a Copa do Mundo de 2026.
A Seleção Brasileira vive uma mudança significativa em seu modelo tático sob o comando de Carlo Ancelotti. Historicamente reconhecida por laterais com forte vocação ofensiva, a equipe agora prioriza a solidez defensiva e o cumprimento rigoroso de funções táticas. Essa transição reflete as exigências do futebol moderno, levando o treinador a escalar jogadores com maior versatilidade, muitos deles com experiência prévia como zagueiros. O capitão Danilo reforçou que a comparação com ídolos do passado, como Cafu e Roberto Carlos, não é mais condizente com as necessidades atuais do time. Com Douglas Santos sendo o único lateral de origem entre as principais alternativas, o Brasil ajusta seu sistema visando maior equilíbrio para a disputa da Copa do Mundo de 2026, focando na disciplina tática como pilar para a conquista do título.
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