Investidores chineses articulam recompra da startup Manus da Meta
Consórcio liderado por Tencent e HSG busca recomprar a Manus da Meta por US$ 2 bilhões após veto regulatório chinês à aquisição original.
Pontos principais
- A recompra visa reverter a aquisição da Manus pela Meta, concluída em dezembro de 2025 por US$ 2 bilhões.
- O governo chinês vetou o negócio em abril de 2026, citando preocupações com a transferência de talentos e propriedade intelectual de IA.
- A Manus apresentou crescimento expressivo, alcançando receita anualizada de até US$ 500 milhões.
- O consórcio, que inclui Tencent, HSG e ZhenFund, estuda reestruturar a startup como uma joint venture para listar ações em Hong Kong.
- Cofundadores da Manus enfrentaram restrições de saída da China durante o processo de investigação regulatória.
Investidores originais da startup de inteligência artificial Manus, incluindo Tencent, HSG e ZhenFund, iniciaram articulações para recomprar a empresa da Meta Platforms por US$ 2 bilhões. A movimentação ocorre após o governo chinês vetar a aquisição original, finalizada em dezembro de 2025, alegando riscos à segurança nacional e à transferência de propriedade intelectual de IA para os Estados Unidos. Desde a compra, a Manus registrou um salto em sua performance, atingindo receita anualizada de até US$ 500 milhões. Diante do impasse regulatório, o grupo de investidores avalia reestruturar a startup como uma joint venture na China, visando uma futura listagem na bolsa de Hong Kong. O processo, que não conta com a participação da Benchmark, também foi marcado por restrições de saída impostas aos cofundadores da startup durante as investigações das autoridades chinesas.
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