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Dia 111 da Guerra do Irã: Presidente Trump classifica memorando com Irã como rendição incondicional

Trump afirma que o acordo evita crise econômica global, enquanto Arábia Saudita questiona suposto fundo de reconstrução de 300 bilhões de dólares.

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18/06 às 00:30 · atualizado 23:30

Pontos principais

  • O presidente Donald Trump declarou que o memorando assinado com o Irã representa uma rendição incondicional da República Islâmica.
  • Trump afirmou que o pacto foi negociado para evitar que o conflito desencadeasse uma depressão econômica global.
  • O ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita negou ter informações sobre um fundo de reconstrução de 300 bilhões de dólares para o Irã.
  • O príncipe Faisal bin Farhan citou uma perda significativa de confiança em Teerã devido a ataques anteriores contra estados do Golfo.
  • O Irã permitiu o acesso de inspetores internacionais a instalações nucleares e normalizou o tráfego no Estreito de Ormuz.
  • A Força Aérea de Israel interceptou foguetes no sul do Líbano sem registrar baixas entre suas tropas.
  • O presidente francês Emmanuel Macron solicitou moderação ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em relação às operações no Líbano.

O presidente Donald Trump declarou que o memorando assinado com o Irã representa uma rendição incondicional da República Islâmica.

Trump afirmou que o pacto foi negociado para evitar que o conflito desencadeasse uma depressão econômica global.

O ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita negou ter informações sobre um fundo de reconstrução de 300 bilhões de dólares para o Irã.

O príncipe Faisal bin Farhan citou uma perda significativa de confiança em Teerã devido a ataques anteriores contra estados do Golfo.

O Irã permitiu o acesso de inspetores internacionais a instalações nucleares e normalizou o tráfego no Estreito de Ormuz.

A Força Aérea de Israel interceptou foguetes no sul do Líbano sem registrar baixas entre suas tropas.

O presidente francês Emmanuel Macron solicitou moderação ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em relação às operações no Líbano.

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