Gestora de Luis Stuhlberger foca em ativos globais e stock picking seletivo no Brasil para mitigar riscos fiscais e geopolíticos.
A Verde Asset, sob o comando de Luis Stuhlberger, detalhou sua estratégia de alocação diante de um cenário macroeconômico desafiador. A gestora tem priorizado ativos de proteção, como ouro e prata, além de investir em empresas globais de tecnologia para se expor ao ciclo de inovação em inteligência artificial. No Brasil, a abordagem é cautelosa e baseada em stock picking, selecionando companhias com balanços sólidos e desalavancadas, enquanto mantém hedges cambiais para mitigar riscos políticos e fiscais. A casa reconheceu o desempenho recente abaixo das expectativas para seus fundos multimercados e reforçou a necessidade de cautela, citando a falta de clareza dos candidatos presidenciais sobre a agenda de ajustes fiscais. A estratégia reflete uma postura defensiva, buscando preservar o capital em um ambiente de incerteza sobre a trajetória das contas públicas brasileiras.
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