Gestores de investimentos brasileiros compartilham suas estratégias e "mantras" para navegar o ano eleitoral de 2026, enfatizando cautela, diversificação e foco no longo prazo para mitigar a volatilidade política.
Diante do cenário de incertezas e volatilidade que se aproxima com o ano eleitoral de 2026, gestores de investimentos brasileiros estão delineando suas estratégias para proteger e otimizar os portfólios. A tônica geral é a cautela, a diversificação e um olhar atento para o longo prazo, buscando mitigar os impactos das flutuações políticas. Nomes como Ian Cao (Gama Investimentos) e Howard Marks (Oaktree) reforçam que o sucesso a longo prazo advém da qualidade da análise e da diversificação, e não de apostas em cenários políticos.
Especialistas como Bernardo Feijó (Kapitalo Investimentos) e César Paiva (Real Investor) enfatizam a necessidade de um posicionamento equilibrado e uma carteira resiliente, capaz de atravessar diferentes cenários eleitorais. A diversificação internacional e a disciplina na seleção de ativos de crédito também são apontadas como cruciais por Aroldo Medeiros (Artesanal Investimentos) e Bruno Funchal (Bradesco Asset). Marcio Verri (Kinea Investimentos) e Guilherme Grahl (Valora Investimentos) mantêm uma perspectiva construtiva para o Brasil, com foco em setores resilientes como o agronegócio, enquanto Ricardo Espíndola (Porto Asset) resume o período como uma "lição de humildade" para os investidores.