A IplanRio reconheceu falhas na atribuição e publicação do modelo Rio 3.5 Open, que utilizou bases de terceiros sem o devido crédito.
A IplanRio, empresa de tecnologia da Prefeitura do Rio de Janeiro, reconheceu falhas na condução do projeto de inteligência artificial Rio 3.5 Open após ser alvo de críticas da comunidade científica. O modelo, que havia sido apresentado como uma iniciativa de grande porte, foi apontado por pesquisadores e pela Nex-AGI como uma fusão de tecnologias existentes sem a devida atribuição de autoria. Em nota oficial, a IplanRio admitiu que o modelo utilizou bases da Alibaba (Qwen 3.5) e da Nex-AGI (Nex-N2 Pro), corrigindo a documentação que omitia a contribuição do laboratório chinês.
Segundo a prefeitura, a disponibilização do arquivo ocorreu por um erro operacional, que liberou um checkpoint intermediário ainda em fase de testes. A análise técnica da Nex-AGI, que incluiu a verificação de tensores e o comportamento do modelo, confirmou que a estrutura era uma combinação matemática de modelos abertos, sem evidências de treinamento original. O IplanRio informou que o arquivo foi removido e que uma nova versão, submetida a validações externas, será publicada futuramente.
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