Escassez de figurinhas de Messi cria mercado negro na Argentina
A alta demanda por figurinhas raras de Lionel Messi impulsiona um mercado paralelo e inflacionado de colecionáveis em Buenos Aires.
Pontos principais
- A busca pela rara figurinha dourada de Messi elevou os preços praticados por especuladores e quiosques.
- Colecionadores se reúnem em locais como o Parque Rivadavia para trocas informais diante da escassez de itens.
- O governo argentino não interveio no mercado, permitindo que a valorização ocorra livremente.
- A Panini planeja vender figurinhas avulsas a partir de 15 de julho, mas sem incluir as versões colecionáveis extras.
A despedida de Lionel Messi das Copas do Mundo desencadeou uma febre de colecionismo na Argentina, resultando em um mercado negro robusto para figurinhas raras do jogador. A escassez de itens especiais, especialmente a versão dourada, tem sido explorada por especuladores que inflam preços em negociações paralelas e quiosques. Diferente de edições anteriores, o governo de Javier Milei não impôs intervenções, permitindo que a economia informal floresça em locais como o Parque Rivadavia, onde colecionadores buscam completar seus álbuns. Embora a Panini tenha anunciado a venda de figurinhas avulsas a partir de 15 de julho, a medida não contempla as versões extras mais cobiçadas. Esse cenário evidencia como o legado esportivo de Messi transcende o campo, movimentando uma economia paralela significativa que reflete a conexão emocional profunda dos torcedores argentinos com o capitão da seleção.
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