Aos 79 anos, a mulher enfrenta o tribunal após evidências de DNA ligarem sua participação no esquartejamento de um parente ocorrido há quase 30 anos.
A justiça francesa iniciou o julgamento de uma mulher de 79 anos, atualmente a detenta mais velha do país, pela acusação de um homicídio ocorrido em 1995. O caso, que permaneceu como um mistério por quase três décadas, envolve o assassinato de um parente por afinidade, cujo corpo foi encontrado esquartejado dentro de um baú acorrentado nas águas do Rio Sena. A investigação ganhou uma reviravolta decisiva após o avanço das técnicas forenses, que permitiram conectar a suspeita ao crime por meio de evidências de DNA. Este julgamento é considerado um marco na resolução de casos arquivados na França, destacando como a tecnologia moderna pode trazer respostas para crimes antigos e garantir a responsabilização penal, independentemente do tempo decorrido desde a infração.
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